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domingo, 28 de novembro de 2010
Que vida boa
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Quem é Cristo?
Introdução
Podemos afirmar que temos total autoconhecimento ou que conhecemos as pessoas que estão à nossa volta de tal forma que nada nem ninguém pode nos surpreender? Ou será que podemos ficar admirados com nossas e demais atitudes? Claro que podemos ter um bom conhecimento, mas, com certeza, não temos o poder de antecipar todos os passos. De forma que tanto para a alegria como para a tristeza muitas surpresas acontecem.
Expectativas de Cristo e de Pedro
Não conheço esse homem.
Com isso, podemos entender que certamente Pedro o seguia. Mas por que Pedro o seguiu? Talvez por não acreditar que as coisas terminariam daquela forma, e ainda esperar um sinal de Jesus, para que ele pudesse atacar, como já tinha feito com o soldado no momento da prisão.
E talvez todas as vezes que tenha se perguntado porque aquilo estava acontecendo, tinha esperança de que a qualquer momento Jesus declare-se guerra. Mateus 26.74 atribui a Pedro uma resposta muito forte: “Não conheço este homem”. Realmente Pedro não o conhecia. Conhecia apenas o que sua vontade permitia que enxergasse. Conhecia apenas o Jesus que sua crença lhe permitia conhecer. Conhecia apenas o Messias da luta. Não conhecia o Cristo de Isaías 53, aquele que levou todas as nossas enfermidades sobre si e foi massacrado por isso.
Conclusão
Cristo aceitou ser levado por homens que o viam todo dia, como se fosse um marginal procurado por crimes hediondos. Aceitou toda sorte de humilhações. Dormia, usando pedras como travesseiro. Foi tido como louco por seus parentes. Aceitou ser traído com um beijo, que é símbolo de amizade. Não condenou os discípulos próximos, que iriam deixá-lo e nem sequer iriam aos pés da cruz, com exceção de João. Por que isso? Por mim e por você, por todos nós.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Mediando conflitos
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Liderança
domingo, 29 de agosto de 2010
sábado, 27 de março de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Gratos e ingratos
Quando falo que nesse meio conheci pessoas maravilhosas, acredito que isso é completamente natural, pois, o mínimo que se espera de alguém que se diga discípulo de Jesus é que esse dedique o máximo de seu esforço em se parecer com o seu Senhor. Por isso acredito que é redundante ter de dizer que um cristão é uma pessoa sensacional, pois Cristo é sensacional.
Por outro lado, quando tenho de falar do contrário, o faço com dor no coração, pois é muito triste, mas muito triste mesmo ter que reconhecer isso. Mas, não podemos fechar nossos olhos para algo que fica estampado no comportamento das pessoas.
Como sou pastor, vivo com pessoas o tempo todo e vejo esses dois tipos de comportamento, gratidão e ingratidão, diariamente.
O convívio com os gratos é delicioso, pois é muito agradável ficar na presença dessas pessoas. Alias, não só agradável, é prazeroso conviver com essas pessoas. Uma característica muito marcante de pessoas assim, é que são muito humildes. São pessoas que entendem que precisam do auxilio de outras pessoas, pois são limitadas, e por isso, reconhecem e agradecem à ajuda prestada. Outras características importantes dessas pessoas é que também estão prestes a ajudar, a compreender, a falar bem, a querer bem. Pessoas assim, não saem por ai contando mentiras, fazendo fofocas e falando mal dos outros de casa em casa, de rodinha de escarnecedores em rodinha de escarnecedores.
Já, o convívio com os ingratos é extremamente desagradável. Aliás, não só desagradável, é desprazeroso conviver com essas pessoas. Uma característica notória em nessas pessoas, é que são extremamente arrogantes. São pessoas que sugam a ajuda alheia, como se o prestador do auxilio fosse seu escravo (É claro que não usam a palavra escravo, mas se comportam como senhores feudais), não reconhecem a ajuda prestada e o agradecimento, isso quando raramente acontece, é hipócrita. Outras características dessas pessoas é que dificilmente ajudam alguém, e quando o fazem, acreditam que aquele que recebeu a ajuda lhe deve esse favor para sempre (coisa da máfia). São pessoas que vêem a situação apenas por um lado, o delas. Falam mal dos outros sem a menor cerimônia, em qualquer hora e em qualquer lugar. São pessoas que quando vêem o outro com problemas, ficam alegres, sim, a felicidade dessas pessoas, é ver o mal do outro. Pessoas assim, saem por ai contando mentiras, fazendo fofocas e falando mal dos outros de casa em casa, de rodinha de escarnecedores em rodinha de escarnecedores.
A Bíblia nos ensinam no salmo primeiro que devemos escolher bem, com que tipo de gente andamos e indica que devemos correr dos que pecam por prazer, dos que praticam impiedade e dos que usam a boca para amaldiçoar. Você conhece gente ingrata? Preste a atenção nelas, pois elas encaixam como uma luva no primeiro versículo do salmo primeiro. Continue lendo o salmo e aprenda a não ter essas pessoas em seu grupo de intimidade, pois elas com certeza estragam o ambiente.
Aos pastores digo que por força do chamado temos que conviver com pessoas ingratas e também devemos amá-las, orando para que Deus as transforme. Devemos também ter em mente que por mais que elas queiram o mal do outro, principalmente dos pastores, quando esses não fazem suas vontades, Deus retribui a cada um conforme o seu comportamento. Simplesmente abençoem, e o Senhor da Igreja nos abençoara.
Por fim, para não dizer que escrevi um texto para ficar defendo a categoria, não podemos nos esquecer que existem muitos pastores ingratos espalhados pelo mundo afora.
domingo, 10 de janeiro de 2010
Frases que dizemos
domingo, 8 de novembro de 2009
IGREJA, OLHE À SUA VOLTA
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Boa sorte minha querida amiga Rosane
sábado, 19 de setembro de 2009
Deus no coração
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Tenha bom ânimo
33 “Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo”.
Introdução
Nesse último versículo Jesus nos dá uma triste e cortante informação, a de que, querendo ou não, passaremos por problemas, “Neste mundo vocês terão aflições”.
Se Jesus fosse como os apresentadores de programas de televisão que exploram a violência, terminaria a frase por “ai mesmo”.
Alias, não só os apresentadores de TV exploram a desgraça. De um modo geral somos assim. Faça um teste: conte para quantas pessoas você contou coisas boas e para quantas contou coisas ruins.
Ex.:
· fulano conseguiu um emprego, sicrano melhorou de saúde, os filhos de beltrano são ótimos filhos, o casal tal tem um ótimo relacionamento.
· Fulano perdeu o emprego, sicrano vai de mal a pior na saúde, os filhos de beltrano são um horror, o casal tal está em pé de guerra.
Veja essa constatação: quando somos bem tratados falamos sobre isso para em média 3 pessoas. Quando somos maltratados falamos em média para 9 pessoas. Isso quer dizer que quando falamos bem de algo ou alguém, isso fica restrito, na maioria das vezes, ao ambiente familiar (3 pessoas) e quando falamos mal de algo ou alguém, além de nossa casa (3 pessoas) estendemos o assunto para fora dela (+ 6 pessoas). Isso mostra que de modo geral somos inclinados para a tragédia.
Cristo não é assim, ele venceu a tragédia e nos oferece sua vitória em forma de paz. Vejamos:
1ª. Parte: Neste mundo vocês terão aflições
Mesmo sendo inclinados para a tragédia na realidade nós não queremos sofre-lás, assim, muitas vezes buscamos fórmulas “mágicas” que nos livrem das dificuldades.
O problema é que quando fazemos isso estamos tentando desqualificar uma informação que nos fora transmitida por Deus, portanto, verdadeira, para acreditar, e muitos acreditam, em uma fórmula que não dará certo. Devemos ser realistas e aceitar que tivemos, temos e teremos aflições (problemas de toda espécie).
Bem, isso seria trágico, e você poderia dizer: “mas, Cristo não está dando ênfase à tragédia também?”. A resposta é: não. Ele está dando ênfase à esperança e não ao desespero. Isso porque ele transmite não apenas uma informação verdadeira, mas três informações verdadeiras.
A primeira já vimos. A segunda é:
2ª. Parte: contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo
A segunda informação é que as aflições não são invencíveis.
Aceitar que passamos por aflições não deve ser o mesmo que aceitar a aflição, ou seja, não devemos dizer: “já que passarei por aflições, querendo ou não, devo aceitar o sofrimento sem lutar”.
Veja um exemplo: você assiste ao jornal e recebe as seguintes informações:
1. Estamos passando por uma pandemia (mal que ataca vários países ao mesmo tempo) de gripe suína;
2. Os hospitais não estão preparados para atender a todos os doentes;
3. Não existe vacina suficiente para toda a população;
4. As autoridades médicas têm opiniões divergentes sobre o assunto;
5. Em dois meses o vírus voltará numa segunda fase, e mais forte.
A qual conclusão devemos chegar com esse tipo de informação?
Resposta: vou morrer a não há saída.
Isso porque recebemos informações de que todo o tipo de mal que nos aflige (violência, doenças, guerras, intrigas, etc) é o muito forte, e que lutar contra é inútil.
Pois bem, não devemos aceitar a aflição como algo invencível, pois ela pode ser vencida. Como ela pode ser vencida? Vencendo a fonte da aflição. O mundo é a fonte da aflição e ele foi vencido por Cristo. Quando o Senhor venceu o mundo, ele derrotou também suas artimanhas.
Nós não podemos vencer o mundo, mas Cristo pode e já o fez. Por isso podemos ter esperança (bom ânimo), pois Jesus não é egoísta, ele permite que sejamos participantes dessa vitória.
O que prova isso é a terceira informação:
3ª. Parte: Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz
O objetivo de Cristo como já vimos não é o der ser o anunciador da derrota, como muitos o são, mas sim, o anunciador da vitória conquistada por ele e que pode ser estendida a nós.
Cristo mostra o problema, mas também mostra a resolução do problema, que nada mais é, de que nEle temos paz.
Andar à própria sorte, como muitas pessoas fazem, faz com que aumentemos as estatísticas do desespero. Com isso buscamos fórmulas mágicas e nos tornamos duplamente desesperados quando as fórmulas não dão certo.
Por outro lado, quando aceitamos que existe um problema, mas que ele já foi vencido por Cristo, portanto não é indestrutível, encontramos no Senhor a paz necessária para aguardar a vitória que nos é oferecida por Jesus.
Conclusão
Vamos relembrar:
· As aflições são certas e por isso devemos aceitar que passaremos por elas? Sim
· As aflições são invencíveis? Não
· As aflições devem ser aceitas como super-poderosas? Não
· É possível ter esperança (bom ânimo)? Sim
· É possível alcançar a paz? Em Cristo, e somente nEle, sim.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Deus ama a unidade
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