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terça-feira, 14 de setembro de 2010
Liderança
domingo, 29 de agosto de 2010
sábado, 27 de março de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Gratos e ingratos
Quando falo que nesse meio conheci pessoas maravilhosas, acredito que isso é completamente natural, pois, o mínimo que se espera de alguém que se diga discípulo de Jesus é que esse dedique o máximo de seu esforço em se parecer com o seu Senhor. Por isso acredito que é redundante ter de dizer que um cristão é uma pessoa sensacional, pois Cristo é sensacional.
Por outro lado, quando tenho de falar do contrário, o faço com dor no coração, pois é muito triste, mas muito triste mesmo ter que reconhecer isso. Mas, não podemos fechar nossos olhos para algo que fica estampado no comportamento das pessoas.
Como sou pastor, vivo com pessoas o tempo todo e vejo esses dois tipos de comportamento, gratidão e ingratidão, diariamente.
O convívio com os gratos é delicioso, pois é muito agradável ficar na presença dessas pessoas. Alias, não só agradável, é prazeroso conviver com essas pessoas. Uma característica muito marcante de pessoas assim, é que são muito humildes. São pessoas que entendem que precisam do auxilio de outras pessoas, pois são limitadas, e por isso, reconhecem e agradecem à ajuda prestada. Outras características importantes dessas pessoas é que também estão prestes a ajudar, a compreender, a falar bem, a querer bem. Pessoas assim, não saem por ai contando mentiras, fazendo fofocas e falando mal dos outros de casa em casa, de rodinha de escarnecedores em rodinha de escarnecedores.
Já, o convívio com os ingratos é extremamente desagradável. Aliás, não só desagradável, é desprazeroso conviver com essas pessoas. Uma característica notória em nessas pessoas, é que são extremamente arrogantes. São pessoas que sugam a ajuda alheia, como se o prestador do auxilio fosse seu escravo (É claro que não usam a palavra escravo, mas se comportam como senhores feudais), não reconhecem a ajuda prestada e o agradecimento, isso quando raramente acontece, é hipócrita. Outras características dessas pessoas é que dificilmente ajudam alguém, e quando o fazem, acreditam que aquele que recebeu a ajuda lhe deve esse favor para sempre (coisa da máfia). São pessoas que vêem a situação apenas por um lado, o delas. Falam mal dos outros sem a menor cerimônia, em qualquer hora e em qualquer lugar. São pessoas que quando vêem o outro com problemas, ficam alegres, sim, a felicidade dessas pessoas, é ver o mal do outro. Pessoas assim, saem por ai contando mentiras, fazendo fofocas e falando mal dos outros de casa em casa, de rodinha de escarnecedores em rodinha de escarnecedores.
A Bíblia nos ensinam no salmo primeiro que devemos escolher bem, com que tipo de gente andamos e indica que devemos correr dos que pecam por prazer, dos que praticam impiedade e dos que usam a boca para amaldiçoar. Você conhece gente ingrata? Preste a atenção nelas, pois elas encaixam como uma luva no primeiro versículo do salmo primeiro. Continue lendo o salmo e aprenda a não ter essas pessoas em seu grupo de intimidade, pois elas com certeza estragam o ambiente.
Aos pastores digo que por força do chamado temos que conviver com pessoas ingratas e também devemos amá-las, orando para que Deus as transforme. Devemos também ter em mente que por mais que elas queiram o mal do outro, principalmente dos pastores, quando esses não fazem suas vontades, Deus retribui a cada um conforme o seu comportamento. Simplesmente abençoem, e o Senhor da Igreja nos abençoara.
Por fim, para não dizer que escrevi um texto para ficar defendo a categoria, não podemos nos esquecer que existem muitos pastores ingratos espalhados pelo mundo afora.
domingo, 10 de janeiro de 2010
Frases que dizemos
domingo, 8 de novembro de 2009
IGREJA, OLHE À SUA VOLTA
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Boa sorte minha querida amiga Rosane
sábado, 19 de setembro de 2009
Deus no coração
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Tenha bom ânimo
33 “Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo”.
Introdução
Nesse último versículo Jesus nos dá uma triste e cortante informação, a de que, querendo ou não, passaremos por problemas, “Neste mundo vocês terão aflições”.
Se Jesus fosse como os apresentadores de programas de televisão que exploram a violência, terminaria a frase por “ai mesmo”.
Alias, não só os apresentadores de TV exploram a desgraça. De um modo geral somos assim. Faça um teste: conte para quantas pessoas você contou coisas boas e para quantas contou coisas ruins.
Ex.:
· fulano conseguiu um emprego, sicrano melhorou de saúde, os filhos de beltrano são ótimos filhos, o casal tal tem um ótimo relacionamento.
· Fulano perdeu o emprego, sicrano vai de mal a pior na saúde, os filhos de beltrano são um horror, o casal tal está em pé de guerra.
Veja essa constatação: quando somos bem tratados falamos sobre isso para em média 3 pessoas. Quando somos maltratados falamos em média para 9 pessoas. Isso quer dizer que quando falamos bem de algo ou alguém, isso fica restrito, na maioria das vezes, ao ambiente familiar (3 pessoas) e quando falamos mal de algo ou alguém, além de nossa casa (3 pessoas) estendemos o assunto para fora dela (+ 6 pessoas). Isso mostra que de modo geral somos inclinados para a tragédia.
Cristo não é assim, ele venceu a tragédia e nos oferece sua vitória em forma de paz. Vejamos:
1ª. Parte: Neste mundo vocês terão aflições
Mesmo sendo inclinados para a tragédia na realidade nós não queremos sofre-lás, assim, muitas vezes buscamos fórmulas “mágicas” que nos livrem das dificuldades.
O problema é que quando fazemos isso estamos tentando desqualificar uma informação que nos fora transmitida por Deus, portanto, verdadeira, para acreditar, e muitos acreditam, em uma fórmula que não dará certo. Devemos ser realistas e aceitar que tivemos, temos e teremos aflições (problemas de toda espécie).
Bem, isso seria trágico, e você poderia dizer: “mas, Cristo não está dando ênfase à tragédia também?”. A resposta é: não. Ele está dando ênfase à esperança e não ao desespero. Isso porque ele transmite não apenas uma informação verdadeira, mas três informações verdadeiras.
A primeira já vimos. A segunda é:
2ª. Parte: contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo
A segunda informação é que as aflições não são invencíveis.
Aceitar que passamos por aflições não deve ser o mesmo que aceitar a aflição, ou seja, não devemos dizer: “já que passarei por aflições, querendo ou não, devo aceitar o sofrimento sem lutar”.
Veja um exemplo: você assiste ao jornal e recebe as seguintes informações:
1. Estamos passando por uma pandemia (mal que ataca vários países ao mesmo tempo) de gripe suína;
2. Os hospitais não estão preparados para atender a todos os doentes;
3. Não existe vacina suficiente para toda a população;
4. As autoridades médicas têm opiniões divergentes sobre o assunto;
5. Em dois meses o vírus voltará numa segunda fase, e mais forte.
A qual conclusão devemos chegar com esse tipo de informação?
Resposta: vou morrer a não há saída.
Isso porque recebemos informações de que todo o tipo de mal que nos aflige (violência, doenças, guerras, intrigas, etc) é o muito forte, e que lutar contra é inútil.
Pois bem, não devemos aceitar a aflição como algo invencível, pois ela pode ser vencida. Como ela pode ser vencida? Vencendo a fonte da aflição. O mundo é a fonte da aflição e ele foi vencido por Cristo. Quando o Senhor venceu o mundo, ele derrotou também suas artimanhas.
Nós não podemos vencer o mundo, mas Cristo pode e já o fez. Por isso podemos ter esperança (bom ânimo), pois Jesus não é egoísta, ele permite que sejamos participantes dessa vitória.
O que prova isso é a terceira informação:
3ª. Parte: Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz
O objetivo de Cristo como já vimos não é o der ser o anunciador da derrota, como muitos o são, mas sim, o anunciador da vitória conquistada por ele e que pode ser estendida a nós.
Cristo mostra o problema, mas também mostra a resolução do problema, que nada mais é, de que nEle temos paz.
Andar à própria sorte, como muitas pessoas fazem, faz com que aumentemos as estatísticas do desespero. Com isso buscamos fórmulas mágicas e nos tornamos duplamente desesperados quando as fórmulas não dão certo.
Por outro lado, quando aceitamos que existe um problema, mas que ele já foi vencido por Cristo, portanto não é indestrutível, encontramos no Senhor a paz necessária para aguardar a vitória que nos é oferecida por Jesus.
Conclusão
Vamos relembrar:
· As aflições são certas e por isso devemos aceitar que passaremos por elas? Sim
· As aflições são invencíveis? Não
· As aflições devem ser aceitas como super-poderosas? Não
· É possível ter esperança (bom ânimo)? Sim
· É possível alcançar a paz? Em Cristo, e somente nEle, sim.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Deus ama a unidade
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Fé, um exercício de ação e de espera no Senhor
- Muitas pessoas seguem suas vidas baseadas em ensinamentos religiosos, que muitas vezes estão baseados em costumes e tradições antigas. O problema é que muitos desses costumes e dessas tradições não nascem de uma profunda, verdadeira e iluminada analise bíblica, mas sim de uma superficial, falsa e carnal leitura da bíblia.
- Diante disso vemos e ouvimos pessoas falarem e praticarem grandes absurdos sob o argumento de que aquilo esta na “palavra de Deus”.
- Para provar que a fé vai além dos costumes religiosos o texto que lemos nos dois ótimos exemplos: 1º um chefe da sinagoga que se prostra diante de Jesus e lhe chama de mestre; 2º uma mulher que era considera impura, e que por isso não podia tocar em nenhum homem, que passa pelo meio da multidão e finalmente toca em Jesus.
- Se os dois tivessem obedecido aos costumes o que teria acontecido seria o seguinte: 1º a filha de Jairo não voltaria a viver; 2º a mulher continuaria enferma até que aquilo a levasse a morte.
- Ou seja, deixar simples costumes religiosos serem mais importantes que a fé pode levar à morte, ou na melhor das hipóteses, à não recepção da bênção de Deus.
- Pelo que podemos perceber no texto a piora da enfermidade não foi motivo para que a mulher desistisse de buscar a cura, pelo contrario o texto diz que ela gastou tudo o que tinha tentando se livrar do sofrimento. O texto não diz se ela buscou alguma formula religiosa. Ao que tudo indica ela buscou elementos humanos, os médicos. Porém, nada do que ela fez surtiu o efeito desejado.
- Muitas vezes quando tentamos resolver algo em nossas vidas nos vemos diante do mesmo processo, tudo o que tentamos, além de não trazer a solução do problema agrava ainda mais a situação.
- A atitude da mulher diante daquela situação pode no ensinar algo: “não vou desistir, vou lutar até encontrar a minha bênção”.
- Às vezes Deus estabelece para nós um tempo e um caminho a serem percorridos antes que a bênção solicitada alcance nossas vidas. Isso quer dizer que às vezes Deus prova a nossa fé, medindo a força que colocamos na luta.
- Às vezes a fé deve nos levar a agir. Às vezes precisamos nos lançar no incerto, certos de que o impossível acontecerá.
- Como acabamos de ver algumas vezes temos de dizer: “eu vou fazer pela fé”. Por outro lado o texto também nos ensina que outras vezes temos de dizer: “não vou fazer nada, vou somente esperar”.
- Jairo foi chamado por Cristo naquele dia para realizar esse exercício de fé, a espera. Talvez para nós que vivemos em tempos de “faça você mesmo” esse exercício da fé seja mais difícil que o outro apresentado.
- Jairo se viu diante do inesperado. Ele foi até o Senhor, ele se humilhou, ele clamou por socorro, ele recebeu de Jesus uma resposta positiva. Agora no meio daquela euforia de ver a morte ser vencida Jesus para no meio do caminho.
- Às vezes conosco não é diferente. Oramos, nos humilhamos, clamamos ao Senhor, e tudo começa a andar. Ficamos felizes, pois já estamos vendo a linha de chegada, e de repente tudo para.
- E para piorar às vezes vem um aviso apavorante: “sua parada fez tudo ruir”. “35 Enquanto Jesus ainda estava falando, chegaram algumas pessoas da casa de Jairo, o dirigente da sinagoga. “Sua filha morreu”, disseram eles. “Não precisa mais incomodar o mestre!”
- Tudo acabado. Mas, será que realmente está tudo acabado? Quem disse a Jairo que tudo estava acabado foram seus conhecidos. Jesus nem prestou atenção ao que eles estavam dizendo. Sabe por quê? Porque não estava tudo acabado, pois algo somente termina quando Deus diz que termina e não quando o homem diz.
- Agora Jairo teria que esperar. Essa espera deveria ser sem medo e com fé.
- Da mesma maneira que algumas vezes nossa fé passa pela prova da luta, outras vezes passa pela prova da espera, sem medo e perseverante.
- Algumas coisas comuns aos dois:
- Buscaram com fé o favor de Jesus;
- Agiram de acordo com o que Deus colocou em seus corações, uma agiu e o outro esperou.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Vamos ser usados por Deus?
- Jesus para suprir as necessidades do povo realizou um milagre;
- Para oferecer alimento ä multidão Jesus poderia até mesmo transformar pedras em pães, mas escolheu multiplicar algo que alguém lhe ofertou;
- Cinco pães e dois peixes era pouco para milhares de pessoas, por outro lado era tudo que o jovem possuía.
- Algumas pessoas podem acreditar que o quem tem para oferecer a Deus é pouco, porém quando esse “pouco” é o seu melhor Deus multiplica as capacidades;
- Deus usa pessoas humildes e desconhecidas de muitos;
- Se o que temos pode ser usado por Jesus para abençoar a vida de outras pessoas, inclusive a nossa, por que não entregar a Jesus?
domingo, 10 de maio de 2009
Cansados e Sobrecarregados
- Fadiga mental e física;
- Dores de cabeça;
- Problemas de estomago e mal-estar;
- Perda de rendimento no trabalho;
- Irritação;
- Falta de concentração;
- Baixa auto-estima;
- Perda da personalidade;
- Falta de perspectivas em relação ao futuro;
- Abuso de álcool;
- Drogas;
- Impaciência com os outros.
- Não procurar ajuda e tentar resolver sozinho;
- Esperar que o problema se resolva sozinho. Apatia;
- Procurar ajuda quando está quase tudo perdido;
- Esperar que outros pessoas resolvam o problema;
- Você só consegue renovar suas forças descansando;
- Algumas características do descanso: Apoio, proteção, alívio, consolo;
- Muitas pessoas ficam decepcionadas achando que Cristo deveria oferecer a elas uma vida sem dificuldades.
- O que Jesus está oferecendo é a renovação de suas forças, não a extinção de seus problemas.
Você pode usar os textos que se encontram nesse blog apenas observe o seguinte termo de Uso:
Ao disponibilizar gratuitamente no blog estes textos, tenho por objetivo auxiliar o povo de Deus na proclamação da Palavra.
Todas as informações e recursos aqui contidos podem ser usadas livremente por indivíduos, famílias, igrejas evangélicas e grupos de estudo bíblico, desde que rigorosamente observadas as seguintes condições aqui expressas:
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